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seminovos

Vantagens de comprar um carro seminovo ou usado

carrosPrimeiramente, qual seria a diferença entre um carro usado e um seminovo? De acordo com o engenheiro Francisco Satkunas, Diretor do SAE (Sociedade dos Engenheiros da Mobilidade) não há uma definição exata para diferenciar um carro seminovo de um usado. E apesar de, de um modo geral, carros cuja rodagem esteja abaixo de 30 mil km e com garantia ainda no primeiro ano costumam ser considerados seminovos, aqui tanto “usado” como “seminovo” serão usados como sinônimos. Isso explicado, abaixo você pode conferir as vantagens de comprar esse tipo de veículos.

 

  1. Preço mais em conta

Quando um carro sai da concessionária, e nos primeiros anos de uso, ele sofre a perda mais significativa de valor. Dados da Agência Autoinforme mostram que a depreciação de veículos após o primeiro ano pode variar entre 10,8% (depreciação do Celta) e 25,6% (Jeep Cherokee).

Então, ao invés de comprar um carro pequeno e com poucos opcionais, a pessoa pode comprar um carro usado mais equipado com o mesmo valor.

Contudo, é muito importante chagar bem o estado do carro e não ir só pelo preço. Peça a um mecânico de confiança que faça uma vistoria e não deixe de fazer um test drive prolongado. Algumas revendedoras permitem que o comprador teste o carro por alguns dias.

  1. Vantajoso para quem troca de carro com frequência

Se por algum motivo o proprietário precisa – ou gosta de – trocar de carro com certa frequência, comprar um seminovo pode ser bem mais econômico. Como a depreciação do valor do automóvel é alta nos primeiros anos, vale mais a pena se o comprador pretende ficar com o mesmo carro por quatro anos ou mais, quando a desvalorização começa a se estabilizar. Caso contrário, pode ser mais vantajoso comprar um seminovo.

  1. Veículos mais econômicos

Carros movidos à diesel, híbridos e veículos com motores de consumo reduzido costumam ser mais caros que outros carros. Portanto, em vez de comprar carro novo convencional, pode-se optar por um seminovo com maior economia de combustível, motores mais eficientes e híbridos, o que ainda traria ao comprador uma economia a longo prazo.

  1. Bom para quem usa pouco o carro

Gastos frequentes com manutenção, que podem ser uma das principais desvantagens na compra de um carro usado – dependendo se o antigo proprietário não fazia um bom uso do carro –, não serão um problema se a intenção não for usar o carro com frequência. Por exemplo, se o comprador já tiver um outro carro para o dia a dia, o seminovo pode ser uma boa opção para um veículo voltado para o lazer, como passeios no final de semana. O uso menos severo reduz as chances de problemas de manutenção, e o preço menor possibilita a compra de um carro mais sofisticado e confortável, que combine mais com as horas livres.

  1. Mais equipamentos

Muitas vezes a montadoras tiram alguns opcionais para reduzir o preço que carros que não estejam vendendo muito, tentando deixar o preço desses veículos mais competitivos no mercado de novos. Assim, carros seminovos acabam sendo vantajosos, pois virão mais equipados do que a versão mais nova no mesmo modelo.

  1. Indicado para motoristas iniciantes

Como quem tem pouca experiência na direção acaba desgastando mais o carro, comprar um veículo seminovo pode ser uma escolha melhor. E é provável o comprador se incomodar menos com eventuais batidas e arranhões em carros usados.

  1. A garantia da montadora é mantida

A garantia da montadora permanece pelo tempo que foi acordado na venda, mesmo após revender o carro. Por exemplo, se um carro tiver três anos de garantia e for vendido com um ano de uso, o novo proprietário continua contando com a garantia por dois anos. “Além da garantia que a revendedora que vendeu o carro dá, de três meses, há a garantia das montadoras, que hoje em dia pode chegar a cinco anos”, afirma Ilídio dos Santos, presidente da Fenauto.

 

 

Lei do farol baixo durante o dia aceita o uso do LED

Car-LED-Lights-Are-Produced-in-a-Variety-of-Shapes-and-Sizes-A-Simple-Circuit-can-be-Constructed-from-a-BatteryEntrou em vigor a lei da obrigatoriedade do uso de farol baixo no carro durante o dia, porém foi feita uma emenda na lei e agora é aceito o uso de LED também. Portanto, agora o Denatran determinou que luzes diurnas, sejam convencionais ou de LED, sejam consideradas como farol baixo pelos agentes de trânsito.

Na iluminação conhecida como DRL (daylight running lamps), o farol de circulação diurna, usa-se o LED na maioria dos casos, sendo que muitos carros atuais, nacionais ou importados, já ligam automaticamente seus LEDs durante o dia para melhorar a visibilidade do carro. E uma vantagem do LED é que ele é mais econômico do que o farol convencional. Além disso, especialistas afirmam que, na verdade, de acordo com as características geográficas do Brasil, é quase impossível ver se o motorista está usando o farol comum, especialmente durante um dia com sol bem forte – diferente do LED, que funciona bem nesses casos.

Mas é preciso ficar atento, pois apenas são aceitos dentro desse adendo os veículos que possuírem LED oficial de fábrica ou com certificação do Inmetro (para tanto, procure o serviço de uma empresa autorizada pelo Detran de onde você mora) quando o LED foi instalado por terceiros.

E cuidado: agora, não usar farol baixo ou LED em rodovias ou túneis é uma infração média: perde-se quatro pontos na CNH e a multa é no valor de R$85,13 – o que até novembro deste ano será reajustado para R$130,16.

Já verificou o estepe do seu carro hoje?

estepeO estepe está sempre conosco no carro.

Mas como, felizmente, nós só precisamos dele de vez em quando, é raro lembrarmos de verificar se ele está em boas condições para quando acontecer uma emergência.

Entretanto, esquecer de cuidar dele pode deixar a gente na mão.

Calibre o estepe semanalmente

Se um pneu fura e você precisa colocar o estepe no lugar, é preciso que ele esteja cheio e funcionando bem, correto? Por isso, é preciso calibrá-lo semanalmente, junto com os outros pneus. Com pouca pressão por muito tempo, o estepe pode ressecar e não resistir ao uso.

Dedique um tempinho a mais na hora da calibragem e evite transtornos. Isso pode fazer toda a diferença.

Cuidado com os estepes temporários

Alguns carros atuais possuem um estepe temporário: mais fino e mais leve, ocupando menos espaço.

Se o seu carro possui um desses, fique atento, pois ele só pode rodar a uma velocidade de 80 km/h, por uma distância curta, jamais sendo colocado como quinto pneu permanente (podendo até explodir durante o uso). Utilize-o apenas enquanto um novo pneu é providenciado e depois faça a substituição.

Verifique se o seu veículo possui um estepe

Hoje em dia, com a tecnologia, muitos carros dispensam o uso de estepe, economizando espaço e peso. No lugar dele, há apenas um kit de reparo de emergência, que enche o pneu novamente até a pressão indicada.

Alguns veículos apresentam, ao invés do kit, um pneu extra totalmente murcho, que você só precisa encher em caso de necessidade.

Desejamos que você não precise de um pneu reserva muitas vezes. Mas, para que tudo ocorra bem quando precisar, deixamos essas dicas de precaução.

Clique aqui e confira os veículos disponíveis em nossa loja.

[Fonte: Meon]

Deixe o seu seminovo sempre com cara de novo

boy-washing-car-1438730Acabou de trocar de carro?

Então, saiba que os cuidados devem começar desde já, para que ele fique com aspecto novo e bom funcionamento por tempo suficiente para você usufruí-lo da melhor maneira.

Confira as nossas dicas. 😀

Abasteça sempre em postos de confiança

Nem sempre pagar mais barato vale a pena. Gasolina adulterada prejudica o motor do carro e pode trazer problemas graves.

Mantenha os pneus calibrados

Pode parecer pouco importante, mas uma pressão abaixo do valor recomendado reduz a durabilidade dos pneus em, pelo menos, 8 mil quilômetros. Além disso, quando os pneus estão murchos o consumo de combustível aumenta , assim como o risco de explosão e acidentes.

Cheque o óleo todos os dias

O óleo lubrifica, limpa, protege e ajuda na refrigeração do motor e, quando está abaixo do nível ideal, prejudica o funcionamento do carro e reduz a sua vida útil. Por isso, é recomendado verificar o nível de óleo todos os dias antes de ligar o veículo pela primeira vez.

Estacione com cuidado

Estacionar com as rodas viradas pode prejudicar o braço da suspensão. É necessário ficar atento.

Tenha cautela com a lavagem

Não deixe o carro em qualquer Lava Rápido, sem antes verificar os métodos de lavagem. A lavagem a seco, por exemplo, pode prejudicar a pintura e a lataria do carro com os esfregões que são utilizados.

Se você tomar todos os cuidados, vai deixar o seu carro parecendo novo por muito mais tempo.

Confira os carros disponíveis na nossa loja e comece a cuidar do seu seminovo. Clique aqui

[Fonte: area H]

Evite danos ao seu veículo durante alagamentos

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No verão, as chuvas intensas e tempestades aumentam. Com isso, infelizmente, os alagamentos também se tornam mais frequentes.

Saiba como evitar problemas com o seu carro nessas situações.

Posso atravessar um local alagado?

Depende. Se o nível da água estiver abaixo da altura do centro da roda, você pode cruzar o alagamento em baixa velocidade, marcha reduzida e rotação do motor em 2.500 rpm. Você não deve trocar a marcha e nem parar de acelerar.

Depois de enfrentar um alagamento, o carro precisa de cuidados especiais?

É importantíssimo levar o veículo para uma revisão completa após esse tipo de situação. É necessário trocar o óleo, verificar os eixos, a transmissão, os sensores e verificar o sistema elétrico.

Como agir caso a enchente me pegue de surpresa?

Se estiver parado em um ponto de alagamento, não tente, em hipótese alguma, dar a partida no motor. Procure o auxílio de um guincho.

Como reconhecer sinais de que o carro está comprometido?

Passou por um alagamento e parece que o veículo não tem problema nenhum?

Cuidado. É preciso ficar atento a alguns sinais. Por exemplo: se for preciso se esforçar além do normal para esterçar o volante, isso pode indicar problemas elétricos.No caso de qualquer diferença, procure um mecânico.

O que eu devo limpar após um alagamento?

Nas enchentes, a água da chuva se mistura com a água proveniente de esgoto e rios. Por isso, a higienização do carro que passou por um alagamento é fundamental. Deve-se fazer uma limpeza completa do sistema de ventilação, dos bancos e do carpete.

E não se esqueça: na hora de enfrentar um alagamento, ainda mais importante do que
o veículo é a sua segurança. Não se arrisque.

[Fonte: Motor Show]

Enchentes – dicas e cuidados

Enchente ?

Nesta época do ano, os temporais são frequentes, principalmente nos fins de tarde e nesta hora, muita gente é pega de surpresa! Pessoas que estão no trânsito já voltando para casa, se veem diante de enormes alagamentos e por falta de preparo ou simples falta de conhecimento sobre o assunto, acabam sem saber o que fazer e muitas vezes, acabam tomando a decisão errada!

Por isso é bom ficar atento a estas seis dicas que daremos agora, para que você saiba o que fazer antes de enfrentar uma enchente, assim, estando preparado, poderá evitar uma série de transtornos.

– Evite regiões onde há alagamento:

Enfrentar as enchentes é a pior coisa que podemos fazer, pois a força da natureza é muito grande! Na cidade onde você mora, com certeza já se sabe quais são as regiões que ficam alagadas quando a chuva é mais intensa. Então, se você ver que o tempo está fechando, nem espere a chuva começar, tome imediatamente a decisão de fazer uma nova rota. Mesmo que o caminho seja mais longo, o importante é que seja mais seguro.

– Verifique bem as condições antes de enfrentar a água:

Mas se você foi pego de surpresa, a chuva começou de repente e o nível da água já está cobrindo a pista, então analise muito bem a situação e verifique se o nível da água onde você está oferece segurança para que seu carro possa atravessar. É só você observar se o nível da água está acima do meio da roda do carro, porque se tiver, nem pense em seguir adiante. Volte imediatamente e espere a água baixar para então poder atravessar.

– Mantenha aceleração constante:

Se você notar que o nível da água ainda não está acima do meio da roda do veículo e decidir atravessar a área alagada, fique atento à forma como você acelera, pois deverá ser uma aceleração constante e sempre em baixa rotação. Deixe o motor na média dos 2.500 RPM, porque acima desta rotação as chances de que entre água no motor são imensas e isto vai fazer com que seu carro pare de funcionar e você tenha um enorme prejuízo financeiro!

– Cuidado dobrado com o freio:

Quando está sob uma forte chuva e a região já começa a ficar alagada, a eficiência do freio fica comprometida, o carro demora mais tempo para parar, então é bom prestar ainda mais atenção, manter uma velocidade reduzida e sempre testar o freio para não ter uma desagradável surpresa. Querer correr para sair logo desta situação é um péssimo negócio!

– Se o motor desligar, deixe:

Se você estiver em uma região alagada e o motor do carro desligar, deixe assim. Nem pense em tentar ligar o veículo novamente, porque isto vai causar um grande estrago e seu prejuízo será muito maior! Somente um profissional qualificado poderá tentar ligar seu veículo novamente, após analisá-lo com calma, por isso, se o motor desligou, abandone o veículo imediatamente!

– Se o veículo estacionado foi inundado, não ligue-o:

Se o seu veículo estava estacionado e foi atingido por uma enchente ou alagamento, após a água baixar, chame um mecânico de sua confiança para averiguar a situação. Tentar ligar o veículo para levá-lo a uma oficina ou retirá-lo daquele lugar, poderá danificar vários componentes e a manutenção custará muito cara.

E o melhor remédio é prevenir, então, na parte da tarde, sempre que possível, fique atento à rádio de sua cidade e aos noticiários, seja pela TV ou Internet, assim, se você ficar sabendo que há riscos de temporais, terá tempo de tomar providências, para evitar que o pior aconteça!

Fonte: Carro Bonito

Automóveis: o que é verdade e o que é mito?

CarrosTodo motorista sabe que existem muitos mitos em torno dos cuidados com os carros, alguns deles bem antigos. Mas como saber se algo falado é verdade e tomar conta do seu automóvel da melhor forma? A gente dá uma ajudinha.

Carro a álcool consome mais combustível que carro a gasolina

VERDADE. Entretanto, o carro a álcool é mais potente que seu similar na versão movida a gasolina; o consumo maior ocorre porque a gasolina produz mais energia na queima e, para compensar, o carro a álcool precisa injetar mais combustível para fazer o motor funcionar.

É melhor manter o carro em ponto morto durante uma descida

MITO. Quando desengatado, o carro deixa de contar com a ajuda do freio motor, que ajuda na dirigibilidade e não sobrecarrega os freios. Deixando o automóvel em ponto morto enquanto desce uma ladeira, você contribui com o superaquecimento dos freios e pode prejudicar sua eficiência.

O correto é dar a partida com o pé na embreagem

VERDADE. Ligar o carro com a embreagem acionada é benéfico pois alivia a carga no volante do motor. Além disso, isso evita que você dê a partida com o carro engatado por falta de atenção.

Chiados nos freios indicam problemas

MITO. Na maioria das vezes, os barulhos emitidos durante as frenagens acontecem por causa do próprio material utilizado na fabricação das pastilhas de freios. Entretanto, é preciso estar em dia com as revisões.

Gasolina aditivada limpa o motor

VERDADE. Os elementos químicos dos combustíveis aditivados contribuem para manter o motor mais limpo. De qualquer forma, o correto é utilizar o que está no manual, conforme indicação do fabricante do seu carro.

Antes de tomar medidas, é sempre bom fazer uma pesquisa para descobrir se o que você ouviu por aí deve ser levado em conta. Esperamos ter ajudado um pouco!

[Fonte: G1]

Carros 100% seguros: a promessa da Volvo até 2020

bike-car-Safety-buy-car-beauty-Airbags-news-in-hindi-india-84580Cada vez mais, os itens de segurança dos automóveis são colocados em primeiro lugar pelos consumidores. E o mercado está se preparando para a exigência: algumas empresas já estão investindo em carros que prometem não deixar ninguém gravemente ferido em casos de acidentes.

Volvo investe em tecnologia a favor da segurança

A Volvo, conhecida mundialmente pela sua preocupação com a segurança de motoristas e passageiros – sendo criadora do cinto de três pontas e dos amortecedores individuais -, promete que até o ano de 2020 produzirá carros que não permitirão mortes ou ferimentos graves em casos de acidentes. Para seguir aumentando a segurança, a empresa pretende disponibilizar cada vez mais itens no interior dos veículos, acrescentando mais airbags e  colocando cintos de segurança mais resistentes. Atualmente, a empresa já possui um carro que, em quatro anos, não gerou nenhum tipo de gravidade, o XC90.

Para reduzir acidentes provocados por motoristas que cochilam ao volante, a Volvo utiliza sensores e câmeras que detectam as faixas da pista e emitem avisos sonoros, além de câmeras capazes de identificar obstáculos e outros veículos. Agora, basta aguardar para saber o que mais a marca poderá fazer por todos nós até a data prometida.

Mesmo com a Volvo saindo na frente, outras empresas já vêm investindo em segurança mesmo em carros populares, como é o caso do Novo Ford Ka. O compacto se diferencia na categoria pela tecnologia desenvolvida para a sua proteção, contando com freios ABS com Distribuição Eletrônica de Frenagem (EBD) e Controle de Frenagem de Curvas (CBC), airbag duplo, AdvanceTrac® e Assistência de Partida em Rampas (HLA).

Na JC Veículos você encontra o Ka e outros modelos com itens exclusivos. Confira o nosso estoque.

[Fonte: Olhar Digital | Ford]

Dicas para comprar um veículo seminovo

mini-793057_1280Comprar um seminovo requer alguns cuidados a mais do que comprar um veículo zero-km. Selecionamos 10 dicas importantes para que o investimento do décimo terceiro não se torne um problema.

Procedência

Mesmo que o veículo seja adquirido em uma loja de seminovos, é importante se certificar de que as informações do documento condizem com a realidade. Deve-se conferir os dados do antigo proprietário e a placa do veículo, consultando pela identificação do carro nos sites do Detran, Denatran e também da Prefeitura. A cor do veículo, o tipo de motorização, tamanho do propulsor e número do bloco do motor também devem ser aferidos e qualquer divergência deve ser checada. Pergunte ao vendedor, caso encontre algum dado divergente, mas também faça suas próprias consultas, para evitar golpes. Carros não quitados junto a bancos e financiadoras têm no documento a inscrição “com alienação fiduciária”.

Documentação

Além da checagem dos dados, também é importante consultar se há débitos não quitados para o veículo, como licenciamento, IPVA, DPVAT (seguro obrigatório) e, principalmente, multas. As consultas podem ser feitas nos mesmos sites: Detran, Ciretran e Prefeitura, e também no site da Secretária da Fazenda, que registra as inadimplências dos contribuintes, inclusive referentes à propriedade de veículos.

O próprio site do Detran-SP informa, no rodapé da pesquisa feita pela placa do veículo e pelo número de Renavam, que o resultado pode não ser 100% confiável, pois tem caráter apenas informativo. Sendo assim, não pode ser utilizada como certidão de prontuário. Isso porque alguns débitos, principalmente referentes a multas, podem aparecer posteriormente, por atrasos nos registros no prontuário do veículo. Há, entretanto, a possibilidade de pedir ao lojista ou vendedor do carro um laudo de vistoria, que ateste a inexistência de débitos ou qualquer outra pendência para o carro. “Temos empresas que fazem essa vistoria e os lojistas, quase em sua maioria, usam esses laudos, como uma garantia”, comenta Jefferson Camacho, da A Fonte Veículos, na zona leste de São Paulo.

Como comprador, também é possível solicitar os serviços de uma empresa que realiza laudos. Há várias delas no mercado, que enviam um funcionário para fazer a avaliação na loja ou local onde o carro vendido estiver. O serviço pode custar de R$ 80 a R$ 150. Esse laudo, atualmente, é exigido por lei para a transferência de propriedade do veículo em casos em que o carro ainda não está na base de dados do departamento de trânsito. Veículos com fabricação de 2010 até o momento podem ser transferidos sem essa exigência.

Preço justo

A tabela do Jornal do Carro é publicada às quartas-feiras e serve de referência para a negociação de carros com até 14 anos de uso. Veículos com preço muito baixo podem ser uma cilada. Para se livrar de carros com problemas mecânicos sérios ou mesmo com pendências legais, como clonagem de placa, alguns negociantes os oferecem por preços muito abaixo da tabela, em uma tentativa de atrair compradores mais ávidos e afoitos para negociar.

Quilometragem

Uma das desvantagens em se comprar um seminovo é a falta de garantia. Problemas e defeitos que venham a surgir podem ter o conserto bastante custoso para o novo proprietário. Verificar se a quilometragem rodada está muito alta ajuda a ter uma ideia sobre o desgaste a que foi submetido o conjunto. É importante também acompanhar no manual do veículo se todas as revisões obrigatórias foram realizadas.

Adulterações

Há na praça um golpe que implica na adulteração da quilometragem “voltando” o número de quilômetros rodados para evitar depreciação por uso excessivo. No entanto, é possível observar se componentes como as sapatas dos pedais de comando, manopla de câmbio e até o volante apresentam desgaste. “É recomendável que se fique atento ao desgaste dos pneus também. Hoje em dia, é mais difícil essa adulteração do número, mas é importante se certificar de que não há nada errado. Números desalinhados, no caso de hodômetros analógicos, indicam possível alteração nesse dado.

Mecânica e conservação

Alguns veículos podem apresentar problemas sérios de motor e câmbio, que são componentes caros. Para evitar problemas futuros, avalie o carro e peça para dirigir o veículo. Consulte um mecânico de confiança a respeito do modelo e, se possível, submeta o carro a uma avaliação. Se for o caso, mesmo que seja depois de efetuada a compra, submeta o carro a inspeção. Mesmo que o negócio esteja fechado, com um laudo de comprovação do problema é possível desfazer a negociação, mas dá trabalho.

Seguro

Alguns modelos têm preço de seguro mais elevado, por conta do ranking feito pelas companhias seguradoras, que considera o número de casos, localidades das ocorrências, perfil do cliente e outros dados. Esses fatores influenciam no valor do seguro e, em alguns casos, pode se tornar inviável, quando o valor pago pela apólice supera a faixa de 30% do preço do seminovo. É importante verificar e cotar em mais de uma companhia o seguro para o modelo pretendido para evitar transtornos. Mesmo sendo um seminovo, o seguro é recomendável para resguardar o proprietário não só de furtos e roubos, mas também em casos de acidentes, falhas mecânicas ou colisões por terceiros não-segurados.

Investimento

Segundo o lojista Jefferson Camacho, atualmente, o automóvel não pode ser considerado investimento. Já foi o tempo em que era possível comprar um veículo para ganhar com a revenda – se você não é um lojista ou não pegou o veículo por um preço muito abaixo da tabela. “Muitos esquecem de colocar na conta final o dinheiro gasto com manutenção, documentação, seguro do bem e a depreciação que ele pode sofrer até a revenda. Comprar o carro para investir pode virar prejuízo”, alerta.

Depreciação

Uma vantagem do seminovo em relação ao zero quilômetro é a depreciação menor. Mas ela acontece principalmente considerando o aumento do desgaste de componentes e peças com o uso que você fará. O índice de depreciação varia de acordo com o modelo e a tabela do Jornal do Carro também pode ser uma referência para esse cálculo. De qualquer maneira, o maior impacto, de cerca de 30%, é sofrido pelo proprietário que comprou o carro zero. Ele teve benefícios como garantia de fábrica e revisões gratuitas – e essa depreciação já era sabida.

Transferência

A transferência de propriedade do veículo deve ser feita até 30 dias após a efetivação da compra, sob pena de multa. Entretanto, quanto antes o bem estiver em seu nome, mais seguro o comprador estará. O certificado de compra e venda deve ter assinatura com firma reconhecida autenticada em cartório para que o Detran emita o novo documento, com seu nome. A assinatura do vendedor deve ser colhida pessoalmente no cartório. Geralmente é o vendedor que arca com esse custo. De posse do documento com a assinatura e autenticado no cartório, o comprador pode procurar um despachante que cobrará pelo serviço ou utilizar serviços como Poupatempo. Se o carro for mudar de município, é necessário também uma vistoria no próprio Detran, para troca da placa.

Fonte: Estadão