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Author: JC Veículos

Os carros mais seguros de acordo com a Euro NCAP

preview16O Euro NCAP (European New Car Assessment Programme), um programa de segurança de automóveis que foi criado em 1997, publica anualmente uma lista com os veículos mais seguros. Em 2016 foram testados 18 novos modelos de veículos de passageiros.  Três modelos foram escolhidos como “Melhores por Categoria”: o Toyota Prius na categoria “carro familiar”; o Hyundai Ioniq na categoria “carro compacto familiar”; e o VW Tiguan é o melhor na categoria “off-road compacto”.

A escolha é feita baseando-se nos seguintes testes: teste de impacto frontal, teste de impacto lateral, teste de impacto contra poste e teste de impacto contra pedestre. E os três melhores modelos de cada categoria ficaram com as seguintes porcentagens na classificação: o Toyota Prius com 92% na proteção para adultos, 82% na proteção de crianças, 77% para pedestres e 85% para assistências de segurança; o Hyundai Ioniq com 91% na proteção para adultos, 80% de crianças, 70% de pedestres e 82% para assistências de segurança; e o VW Tiguan com 96% na proteção para adultos, 84% de crianças, 72% de pedestres e 68% para assistências de segurança.

 

Quando é a hora certa de trocar os pneus do carro?

car-travelling-by-a-road_1088-52Saber o momento de trocar os pneus do seu carro é muito importante. Você sabe reconhecer quando deve fazer a substituição deles?

De acordo com o gerente geral de Engenharia de Vendas da Bridgestone, José Carlos, o momento certo para realizar essa troca “Pode variar de acordo com o tipo de pneu (radial ou diagonal), com o volume de carga transportada, a maneira como o motorista conduz o veículo (freadas, arranque, curvas etc.), a estrada onde o veículo trafega, o clima, a manutenção correta e outros aspectos”.

A inspeção é bem simples: basta observar o TWI (Tread Wear Indicator, ou “indicador de desgaste da banda de rodagem”), que são saliências no sulco do pneu possuem 1,6 mm de profundidade. Para encontrar esse indicador, procure na lateral do pneu pela sigla TWI, ou então por um triângulo e siga a direção que ele aponta para achar o local que mostra a situação do pneu. Então, verifique se o ponto de um dos sulcos está batendo no chão. Ao chegar nesse limite, o pneu deve ser trocado. Mas atenção:  “A regra TWI só não é válida para pneus com bolhas, rasgos ou perfurações, que nestes casos devem ser substituídos imediatamente”, comenta Quadrelli.

Outra forma de verificar o estado do seu pneu é passando a ponta de uma caneta esferográfica no sulco onde está o TWI. Se a caneta passar direto por ali significa que a banda de rodagem chegou ao seu limite e já não é mais seguro usar aquele pneu.

A mais um detalhe: para garantir que todos os pneus estejam nas mesmo condições, é recomendado que se faça a troca de todos os quatro de uma vez, caso o uso tenha sido uniforme. Mas se isso não for possível, prefira trocar os o par de pneus traseiros primeiro, pois o eixo traseiro é o maior responsável pela estabilidade do veículo.

Dicas para economizar com o seu carro

  1. close-up-of-piggy-bank-and-banknotes_1098-949Escolha um carro de acordo com suas condições. Não pense apenas na hora da compra, se você tem o dinheiro para determinado veículo, mas calcule todas as despesas que terá com o carro anualmente, como IPVA, seguro, manutenção, limpeza, combustível, estacionamento, e o que mais precisar.
  2. Na hora de contratar um seguro considere todas as opções e não só o preço. Além dos valores, compare o que cada companhia oferece, entre serviços de assistência e cobertura, e suas condições de pagamento. Também leve em conta os lugares que mais irá frequentar com o carro; dependendo da incidência de roubou, escolha um veículo menos chamativo.
  3. Pesquise estacionamentos: nem sempre o estacionamento mais próximo do seu destino é a melhor opção. Dê uma olhada na região e compare preços, pois às vezes mesmo que você tenha que andar um pouco mais até o seu carro, irá economizar com o estacionamento, especialmente se tem que usar um com frequência.
  4. Veja quais colegas de trabalho moram próximos e promova um transporte solidário. Assim todos dividem as despesas com combustível.
  5. Dependendo do lugar que se deseja visitar, pode ser mais econômico pegar um táxi do que ir com seu carro, então dê uma pesquisada primeiro.
  6. Cuida da limpeza e da manutenção de seu carro constantemente para evitar desgastes acumulados. Use produtos de lavagem a seco em casa ou leve ao lava-rápido, mas mantenha o veículo limpo e em ordem. Verifique os níveis de água e de óleo com frequência, sem esquecer de calibrar os pneus periodicamente.
  7. Um dos maiores gastos que se tem ao usar automóveis é com o combustível. Para economizar nesse quesito procure seguir algumas dicas: acelerar o carro de modo gradativo, trocar de marcha na rotação certa do motor, tirar o pé do acelerador quando ver que o sinal está vermelho, não ficar parado com o motor ligado por mais de dois minutos, não dirigir em alta velocidade, não sobrecarregar o carro com mais peso do que o necessário, além de fazer manutenções periódicas, mantendo o motor regulado e verificando os freios. E apesar da tentação de simplesmente escolher o combustível mais barato, contenha-se e certifique-se da qualidade antes de abastecer seu veículo.

Carros antigos que ainda são fabricados pelo mundo

Com as fabricantes sempre criando modelos novos de carros, faz sentido que os antigos acabem saindo de linha. Modelos como o Fiat Mille ou o Palio Fire estão desaparecendo ou já sumiram completamente do mercado, tanto no Brasil como em outros lugares. Contudo, alguns desses “dinossauros” ainda podem ser encontrados em certas partes do mundo:

  • Chevrolet Nexia: Este é o último carro ainda em produção em todo o mundo que é derivado da plataforma T, mas você só vai encontra-lo no Uzbequistão. Os para-lamas e as portas têm as mesmas linhas dos modelos Kadett e Ipanema vendidos no Brasil.

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  • IKCO Dena: Da iraniana Ikco (Iran Khodro), o Peugeot 405 ainda vive no Irã, na Bulgária, no Azerbaijão, no Turcomenistão, na Armênia, no Afeganistão e na Bielorússia. O Dena até tem design moderno, mas sua plataforma é a mesma do 405 e os motores têm tecnologia de 30 anos atrás – no Brasil foi comercializado entre 1993 e 1997.

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  • Saipa: Outra marca iraniana. A Saipa tem diversos modelos antigos, como suas próprias versões do Kia Pride, Kia Rio e Cerato, de gerações anteriores, além do Logan, do Sandero e do Saipa Z24 (uma espécie de Nissan Junior de 1970).

  • Lada Niva: Este pode ser encontrado à venda na Rússia. O Niva nasceu da mesma base que o Fiat 127 e foi o primeiro SUV com carroceria tipo monobloco em todo o mundo.

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Novo assento promete ter a flexibilidade de uma teia de aranha

 

7-Lexus-FCV-LC-870x654-LEX-LC5-CY16-0001A Lexus anunciou um novo conceito de bancos para automóveis, chamado Kinect Seat, que promete melhorar a segurança e o conforto do motorista e demais passageiros do veículo.

A diferença nesse banco é que tanto o assento como o encosto foram projetados para se mover de acordo com o peso do ocupante e o movimento do veículo, acompanhando o movimento da coluna cervical do passageiro. Assim, o Kinect Seat auxilia a manter estabilizadas as cabeças dos ocupantes mesmo com o veículo em movimento — o que para o motorista contribui para que mantenha um campo de visão constante.

Para obter esse resultado, a aparência do Kinect Seat lembra uma teia de aranha, e a montadora garante que isso permite que a pessoa apoie melhor o corpo. E o assento não apenas reproduz o design de uma teia de aranha, pois ao invés de preenchido por espumas e revestido de tecido ou couro, é feita de um material sintético chamado de “seda de aranha” — desenvolvido a partir de bactérias e fermentação de proteínas que reproduzem a mesma elasticidade das teias de aranhas naturais.

 

Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br/materia/lexus-apresenta-conceito-de-bancos-com-flexibilidade-de-teia-de-aranha

Vantagens de comprar um carro seminovo ou usado

carrosPrimeiramente, qual seria a diferença entre um carro usado e um seminovo? De acordo com o engenheiro Francisco Satkunas, Diretor do SAE (Sociedade dos Engenheiros da Mobilidade) não há uma definição exata para diferenciar um carro seminovo de um usado. E apesar de, de um modo geral, carros cuja rodagem esteja abaixo de 30 mil km e com garantia ainda no primeiro ano costumam ser considerados seminovos, aqui tanto “usado” como “seminovo” serão usados como sinônimos. Isso explicado, abaixo você pode conferir as vantagens de comprar esse tipo de veículos.

 

  1. Preço mais em conta

Quando um carro sai da concessionária, e nos primeiros anos de uso, ele sofre a perda mais significativa de valor. Dados da Agência Autoinforme mostram que a depreciação de veículos após o primeiro ano pode variar entre 10,8% (depreciação do Celta) e 25,6% (Jeep Cherokee).

Então, ao invés de comprar um carro pequeno e com poucos opcionais, a pessoa pode comprar um carro usado mais equipado com o mesmo valor.

Contudo, é muito importante chagar bem o estado do carro e não ir só pelo preço. Peça a um mecânico de confiança que faça uma vistoria e não deixe de fazer um test drive prolongado. Algumas revendedoras permitem que o comprador teste o carro por alguns dias.

  1. Vantajoso para quem troca de carro com frequência

Se por algum motivo o proprietário precisa – ou gosta de – trocar de carro com certa frequência, comprar um seminovo pode ser bem mais econômico. Como a depreciação do valor do automóvel é alta nos primeiros anos, vale mais a pena se o comprador pretende ficar com o mesmo carro por quatro anos ou mais, quando a desvalorização começa a se estabilizar. Caso contrário, pode ser mais vantajoso comprar um seminovo.

  1. Veículos mais econômicos

Carros movidos à diesel, híbridos e veículos com motores de consumo reduzido costumam ser mais caros que outros carros. Portanto, em vez de comprar carro novo convencional, pode-se optar por um seminovo com maior economia de combustível, motores mais eficientes e híbridos, o que ainda traria ao comprador uma economia a longo prazo.

  1. Bom para quem usa pouco o carro

Gastos frequentes com manutenção, que podem ser uma das principais desvantagens na compra de um carro usado – dependendo se o antigo proprietário não fazia um bom uso do carro –, não serão um problema se a intenção não for usar o carro com frequência. Por exemplo, se o comprador já tiver um outro carro para o dia a dia, o seminovo pode ser uma boa opção para um veículo voltado para o lazer, como passeios no final de semana. O uso menos severo reduz as chances de problemas de manutenção, e o preço menor possibilita a compra de um carro mais sofisticado e confortável, que combine mais com as horas livres.

  1. Mais equipamentos

Muitas vezes a montadoras tiram alguns opcionais para reduzir o preço que carros que não estejam vendendo muito, tentando deixar o preço desses veículos mais competitivos no mercado de novos. Assim, carros seminovos acabam sendo vantajosos, pois virão mais equipados do que a versão mais nova no mesmo modelo.

  1. Indicado para motoristas iniciantes

Como quem tem pouca experiência na direção acaba desgastando mais o carro, comprar um veículo seminovo pode ser uma escolha melhor. E é provável o comprador se incomodar menos com eventuais batidas e arranhões em carros usados.

  1. A garantia da montadora é mantida

A garantia da montadora permanece pelo tempo que foi acordado na venda, mesmo após revender o carro. Por exemplo, se um carro tiver três anos de garantia e for vendido com um ano de uso, o novo proprietário continua contando com a garantia por dois anos. “Além da garantia que a revendedora que vendeu o carro dá, de três meses, há a garantia das montadoras, que hoje em dia pode chegar a cinco anos”, afirma Ilídio dos Santos, presidente da Fenauto.

 

 

Sai lei regulamentando o reaproveitamento de peças de veículos acidentados

Desde 2014 que a reutilização de peças de veículos acidentados ou recuperados por seguradoras foi normatizada no Brasil, porém o nosso país não foi o primeiro a regulamentar isso.

A reutilização de peças já é prática comum na Europa, o que é bom para o meio ambiente, pois evita a emissão de gás carbônico e outras poluições geradas no processo de se criar peças novas. Por exemplo, pneus podem ser usados na construção de paredes antirruído ou na produção de asfalto, o chumbo das baterias pode servir de lastro para navios, vidros podem ser utilizados na confecção de garrafas ou vitrais, etc.

Mas nem todos os carros podem ter componentes reaproveitados e há um sistema de cadastro para que se tenha controle de sua origem. De acordo com a resolução 530 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), de 2015, “veículos incendiados, totalmente enferrujados, repartidos ou em péssimas condições” devem ser encaminhados para destruição.

Nesses casos, a baixa permanente do registro do automóvel deve ser feita no Detran, que irá indicar um desmanche credenciado. O proprietário deve entregar as partes que contêm o número de identificação, as placas e o CRV (Certificado de Registro de Veículo), e essa baixa permanente só pode ser feita se não houver débitos pendentes.

Mais informações podem ser encontradas no site do Detran

Ford pretende lançar carros sem volante em 2021

53726619A Ford e a Baidu investiram US$ 150 milhões na Velodyne, empresa que produz um componente chave para carros de direção autônoma. Isso porque o objetivo das empresas é ter carros autônomos produzidos em larga escala e rodando nas ruas já em 2021. Portanto, estão investindo em pesquisas, mapeamentos 3D, além de radares e sensores, como o da Velodyne, que são baseados em laser.

O presidente da Ford afirmou que “A próxima década será conhecida pela automação dos carros, e nós vemos o impacto dos autônomos como sendo tão importante quanto a linha de montagem da Ford há 100 anos”.

E a companhia não pretende oferecer carros sem pedais ou volante similares antes de 2025: “Estamos nos dedicando em colocar nas ruas veículos autônomos que podem melhorar a segurança e resolver desafios sociais e ambientais para milhões de pessoas – não só para quem pode pagar por carros de luxo”, disse Fields.

Para alcançar seu objetivo, a Ford pretende dobrar o tamanho de sua equipe de pesquisa no Vale do Silício, em Palo Alto, e a Baidu já havia estabelecido próximo a Sunnyvale, Califórnia, uma equipe para desenvolver tecnologias importantes para os veículos autônomos.

Lei do farol baixo durante o dia aceita o uso do LED

Car-LED-Lights-Are-Produced-in-a-Variety-of-Shapes-and-Sizes-A-Simple-Circuit-can-be-Constructed-from-a-BatteryEntrou em vigor a lei da obrigatoriedade do uso de farol baixo no carro durante o dia, porém foi feita uma emenda na lei e agora é aceito o uso de LED também. Portanto, agora o Denatran determinou que luzes diurnas, sejam convencionais ou de LED, sejam consideradas como farol baixo pelos agentes de trânsito.

Na iluminação conhecida como DRL (daylight running lamps), o farol de circulação diurna, usa-se o LED na maioria dos casos, sendo que muitos carros atuais, nacionais ou importados, já ligam automaticamente seus LEDs durante o dia para melhorar a visibilidade do carro. E uma vantagem do LED é que ele é mais econômico do que o farol convencional. Além disso, especialistas afirmam que, na verdade, de acordo com as características geográficas do Brasil, é quase impossível ver se o motorista está usando o farol comum, especialmente durante um dia com sol bem forte – diferente do LED, que funciona bem nesses casos.

Mas é preciso ficar atento, pois apenas são aceitos dentro desse adendo os veículos que possuírem LED oficial de fábrica ou com certificação do Inmetro (para tanto, procure o serviço de uma empresa autorizada pelo Detran de onde você mora) quando o LED foi instalado por terceiros.

E cuidado: agora, não usar farol baixo ou LED em rodovias ou túneis é uma infração média: perde-se quatro pontos na CNH e a multa é no valor de R$85,13 – o que até novembro deste ano será reajustado para R$130,16.

Dicas para cuidar da suspensão do carro

800px-Ford_model_t_suspension.triddleO sistema de suspensão de um carro é importante para estabilizar o veículo, absorvendo as irregularidades do solo, além de proporcionar conforto aos passageiros. Assim, é importante mantê-lo sempre em bom funcionamento. Seguem alguns cuidados importantes e sugestões do que fazer quando precisar trocar peças.

  • Atenção no modo como utiliza o carro

Certos cuidados na hora de utilizar o veículo podem aumentar vida útil dos amortecedores, como: evitar passar em lombadas e quebra-molas na diagonal, pois ao contrário do que muitos acreditam, o correto é entrar neles de frente e distribuir o peso do veículo entre as rodas; evitar rebaixar o carro, não faça modificações prejudiciais; prestar atenção quando for transportar peso excessivo: a bagagem pode comprometer a estabilidade do carro se colocada aleatoriamente, portanto quando for carregar o compartimento de bagagem o correto é colocar os objetos mais pesados o mais próximo possível do centro do carro, fixando-os bem, e sem acumular peso em apenas um dos lados do bagageiro, para manter o equilíbrio; ter cuidado com os buracos, evitando choques diretos e dirigindo em baixa velocidade em trajetos esburacados.

  • Fique atento aos sinais de desgaste

Preste atenção nos ruídos do carro, que podem indicar problemas nos amortecedores. Vibrações no volante, balanço excessivo nas freadas e nas arrancadas, perda de controle nas curvas e oscilações na carroceria mesmo quando andando em linha reta, podem ser sinais se desgaste. Nesses casos, leve o veículo o quanto antes para uma oficina.

  • Leve o carro para a manutenção periodicamente

Para se prevenir é melhor fazer a manutenção periódica do veículo. Nas oficinas, além de avaliações e testes específicos do sistema de suspensão é possível fazer o acompanhamento e realizar a troca no momento certo. Aproveite as visitas regulares para manter em dia o alinhamento e o balanceamento das rodas, assim como para verificar as condições de itens como pivôs, bandejas e buchas, para ajudar a reduzir o desgaste dos amortecedores.

  • Atenção para a hora de trocar molas e amortecedores

Molas e amortecedores devem ser inspecionados, idealmente, a cada 20 mil quilômetros rodados e a maioria dos fabricantes recomenda a troca deles a cada 40 mil quilômetros. No entanto, em alguns casos é possível rodar mais, então se as peças ainda estiverem em boas condições faça uma nova revisão a cada 10 mil quilômetros até precisar trocar. Confira no manual do seu veículo as orientações do fabricante. Aliás, apesar de ser comum o motorista trocar os amortecedores e não substituir as molas, o procedimento ideal é trocar os dois juntos. Não se pode esquecer que as molas trabalham em conjunto com os amortecedores e, desse modo, se um deles estiver com desgaste acentuado, o funcionamento do outro equipamento ficará comprometido.

  • Evite usar recondicionados

Peças recondicionadas têm vida útil menor e não oferecem a mesma eficiência das novas, portanto economizar pode não ser a melhor opção na hora de trocar os amortecedores. Prefira usar itens originais, específicos para a versão e o modelo do seu carro.