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Month: agosto 2016

Sai lei regulamentando o reaproveitamento de peças de veículos acidentados

Desde 2014 que a reutilização de peças de veículos acidentados ou recuperados por seguradoras foi normatizada no Brasil, porém o nosso país não foi o primeiro a regulamentar isso.

A reutilização de peças já é prática comum na Europa, o que é bom para o meio ambiente, pois evita a emissão de gás carbônico e outras poluições geradas no processo de se criar peças novas. Por exemplo, pneus podem ser usados na construção de paredes antirruído ou na produção de asfalto, o chumbo das baterias pode servir de lastro para navios, vidros podem ser utilizados na confecção de garrafas ou vitrais, etc.

Mas nem todos os carros podem ter componentes reaproveitados e há um sistema de cadastro para que se tenha controle de sua origem. De acordo com a resolução 530 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), de 2015, “veículos incendiados, totalmente enferrujados, repartidos ou em péssimas condições” devem ser encaminhados para destruição.

Nesses casos, a baixa permanente do registro do automóvel deve ser feita no Detran, que irá indicar um desmanche credenciado. O proprietário deve entregar as partes que contêm o número de identificação, as placas e o CRV (Certificado de Registro de Veículo), e essa baixa permanente só pode ser feita se não houver débitos pendentes.

Mais informações podem ser encontradas no site do Detran

Ford pretende lançar carros sem volante em 2021

53726619A Ford e a Baidu investiram US$ 150 milhões na Velodyne, empresa que produz um componente chave para carros de direção autônoma. Isso porque o objetivo das empresas é ter carros autônomos produzidos em larga escala e rodando nas ruas já em 2021. Portanto, estão investindo em pesquisas, mapeamentos 3D, além de radares e sensores, como o da Velodyne, que são baseados em laser.

O presidente da Ford afirmou que “A próxima década será conhecida pela automação dos carros, e nós vemos o impacto dos autônomos como sendo tão importante quanto a linha de montagem da Ford há 100 anos”.

E a companhia não pretende oferecer carros sem pedais ou volante similares antes de 2025: “Estamos nos dedicando em colocar nas ruas veículos autônomos que podem melhorar a segurança e resolver desafios sociais e ambientais para milhões de pessoas – não só para quem pode pagar por carros de luxo”, disse Fields.

Para alcançar seu objetivo, a Ford pretende dobrar o tamanho de sua equipe de pesquisa no Vale do Silício, em Palo Alto, e a Baidu já havia estabelecido próximo a Sunnyvale, Califórnia, uma equipe para desenvolver tecnologias importantes para os veículos autônomos.