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Year: 2016

Carros antigos que ainda são fabricados pelo mundo

Com as fabricantes sempre criando modelos novos de carros, faz sentido que os antigos acabem saindo de linha. Modelos como o Fiat Mille ou o Palio Fire estão desaparecendo ou já sumiram completamente do mercado, tanto no Brasil como em outros lugares. Contudo, alguns desses “dinossauros” ainda podem ser encontrados em certas partes do mundo:

  • Chevrolet Nexia: Este é o último carro ainda em produção em todo o mundo que é derivado da plataforma T, mas você só vai encontra-lo no Uzbequistão. Os para-lamas e as portas têm as mesmas linhas dos modelos Kadett e Ipanema vendidos no Brasil.

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  • IKCO Dena: Da iraniana Ikco (Iran Khodro), o Peugeot 405 ainda vive no Irã, na Bulgária, no Azerbaijão, no Turcomenistão, na Armênia, no Afeganistão e na Bielorússia. O Dena até tem design moderno, mas sua plataforma é a mesma do 405 e os motores têm tecnologia de 30 anos atrás – no Brasil foi comercializado entre 1993 e 1997.

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  • Saipa: Outra marca iraniana. A Saipa tem diversos modelos antigos, como suas próprias versões do Kia Pride, Kia Rio e Cerato, de gerações anteriores, além do Logan, do Sandero e do Saipa Z24 (uma espécie de Nissan Junior de 1970).

  • Lada Niva: Este pode ser encontrado à venda na Rússia. O Niva nasceu da mesma base que o Fiat 127 e foi o primeiro SUV com carroceria tipo monobloco em todo o mundo.

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Novo assento promete ter a flexibilidade de uma teia de aranha

 

7-Lexus-FCV-LC-870x654-LEX-LC5-CY16-0001A Lexus anunciou um novo conceito de bancos para automóveis, chamado Kinect Seat, que promete melhorar a segurança e o conforto do motorista e demais passageiros do veículo.

A diferença nesse banco é que tanto o assento como o encosto foram projetados para se mover de acordo com o peso do ocupante e o movimento do veículo, acompanhando o movimento da coluna cervical do passageiro. Assim, o Kinect Seat auxilia a manter estabilizadas as cabeças dos ocupantes mesmo com o veículo em movimento — o que para o motorista contribui para que mantenha um campo de visão constante.

Para obter esse resultado, a aparência do Kinect Seat lembra uma teia de aranha, e a montadora garante que isso permite que a pessoa apoie melhor o corpo. E o assento não apenas reproduz o design de uma teia de aranha, pois ao invés de preenchido por espumas e revestido de tecido ou couro, é feita de um material sintético chamado de “seda de aranha” — desenvolvido a partir de bactérias e fermentação de proteínas que reproduzem a mesma elasticidade das teias de aranhas naturais.

 

Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br/materia/lexus-apresenta-conceito-de-bancos-com-flexibilidade-de-teia-de-aranha

Vantagens de comprar um carro seminovo ou usado

carrosPrimeiramente, qual seria a diferença entre um carro usado e um seminovo? De acordo com o engenheiro Francisco Satkunas, Diretor do SAE (Sociedade dos Engenheiros da Mobilidade) não há uma definição exata para diferenciar um carro seminovo de um usado. E apesar de, de um modo geral, carros cuja rodagem esteja abaixo de 30 mil km e com garantia ainda no primeiro ano costumam ser considerados seminovos, aqui tanto “usado” como “seminovo” serão usados como sinônimos. Isso explicado, abaixo você pode conferir as vantagens de comprar esse tipo de veículos.

 

  1. Preço mais em conta

Quando um carro sai da concessionária, e nos primeiros anos de uso, ele sofre a perda mais significativa de valor. Dados da Agência Autoinforme mostram que a depreciação de veículos após o primeiro ano pode variar entre 10,8% (depreciação do Celta) e 25,6% (Jeep Cherokee).

Então, ao invés de comprar um carro pequeno e com poucos opcionais, a pessoa pode comprar um carro usado mais equipado com o mesmo valor.

Contudo, é muito importante chagar bem o estado do carro e não ir só pelo preço. Peça a um mecânico de confiança que faça uma vistoria e não deixe de fazer um test drive prolongado. Algumas revendedoras permitem que o comprador teste o carro por alguns dias.

  1. Vantajoso para quem troca de carro com frequência

Se por algum motivo o proprietário precisa – ou gosta de – trocar de carro com certa frequência, comprar um seminovo pode ser bem mais econômico. Como a depreciação do valor do automóvel é alta nos primeiros anos, vale mais a pena se o comprador pretende ficar com o mesmo carro por quatro anos ou mais, quando a desvalorização começa a se estabilizar. Caso contrário, pode ser mais vantajoso comprar um seminovo.

  1. Veículos mais econômicos

Carros movidos à diesel, híbridos e veículos com motores de consumo reduzido costumam ser mais caros que outros carros. Portanto, em vez de comprar carro novo convencional, pode-se optar por um seminovo com maior economia de combustível, motores mais eficientes e híbridos, o que ainda traria ao comprador uma economia a longo prazo.

  1. Bom para quem usa pouco o carro

Gastos frequentes com manutenção, que podem ser uma das principais desvantagens na compra de um carro usado – dependendo se o antigo proprietário não fazia um bom uso do carro –, não serão um problema se a intenção não for usar o carro com frequência. Por exemplo, se o comprador já tiver um outro carro para o dia a dia, o seminovo pode ser uma boa opção para um veículo voltado para o lazer, como passeios no final de semana. O uso menos severo reduz as chances de problemas de manutenção, e o preço menor possibilita a compra de um carro mais sofisticado e confortável, que combine mais com as horas livres.

  1. Mais equipamentos

Muitas vezes a montadoras tiram alguns opcionais para reduzir o preço que carros que não estejam vendendo muito, tentando deixar o preço desses veículos mais competitivos no mercado de novos. Assim, carros seminovos acabam sendo vantajosos, pois virão mais equipados do que a versão mais nova no mesmo modelo.

  1. Indicado para motoristas iniciantes

Como quem tem pouca experiência na direção acaba desgastando mais o carro, comprar um veículo seminovo pode ser uma escolha melhor. E é provável o comprador se incomodar menos com eventuais batidas e arranhões em carros usados.

  1. A garantia da montadora é mantida

A garantia da montadora permanece pelo tempo que foi acordado na venda, mesmo após revender o carro. Por exemplo, se um carro tiver três anos de garantia e for vendido com um ano de uso, o novo proprietário continua contando com a garantia por dois anos. “Além da garantia que a revendedora que vendeu o carro dá, de três meses, há a garantia das montadoras, que hoje em dia pode chegar a cinco anos”, afirma Ilídio dos Santos, presidente da Fenauto.

 

 

Sai lei regulamentando o reaproveitamento de peças de veículos acidentados

Desde 2014 que a reutilização de peças de veículos acidentados ou recuperados por seguradoras foi normatizada no Brasil, porém o nosso país não foi o primeiro a regulamentar isso.

A reutilização de peças já é prática comum na Europa, o que é bom para o meio ambiente, pois evita a emissão de gás carbônico e outras poluições geradas no processo de se criar peças novas. Por exemplo, pneus podem ser usados na construção de paredes antirruído ou na produção de asfalto, o chumbo das baterias pode servir de lastro para navios, vidros podem ser utilizados na confecção de garrafas ou vitrais, etc.

Mas nem todos os carros podem ter componentes reaproveitados e há um sistema de cadastro para que se tenha controle de sua origem. De acordo com a resolução 530 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), de 2015, “veículos incendiados, totalmente enferrujados, repartidos ou em péssimas condições” devem ser encaminhados para destruição.

Nesses casos, a baixa permanente do registro do automóvel deve ser feita no Detran, que irá indicar um desmanche credenciado. O proprietário deve entregar as partes que contêm o número de identificação, as placas e o CRV (Certificado de Registro de Veículo), e essa baixa permanente só pode ser feita se não houver débitos pendentes.

Mais informações podem ser encontradas no site do Detran

Ford pretende lançar carros sem volante em 2021

53726619A Ford e a Baidu investiram US$ 150 milhões na Velodyne, empresa que produz um componente chave para carros de direção autônoma. Isso porque o objetivo das empresas é ter carros autônomos produzidos em larga escala e rodando nas ruas já em 2021. Portanto, estão investindo em pesquisas, mapeamentos 3D, além de radares e sensores, como o da Velodyne, que são baseados em laser.

O presidente da Ford afirmou que “A próxima década será conhecida pela automação dos carros, e nós vemos o impacto dos autônomos como sendo tão importante quanto a linha de montagem da Ford há 100 anos”.

E a companhia não pretende oferecer carros sem pedais ou volante similares antes de 2025: “Estamos nos dedicando em colocar nas ruas veículos autônomos que podem melhorar a segurança e resolver desafios sociais e ambientais para milhões de pessoas – não só para quem pode pagar por carros de luxo”, disse Fields.

Para alcançar seu objetivo, a Ford pretende dobrar o tamanho de sua equipe de pesquisa no Vale do Silício, em Palo Alto, e a Baidu já havia estabelecido próximo a Sunnyvale, Califórnia, uma equipe para desenvolver tecnologias importantes para os veículos autônomos.

Lei do farol baixo durante o dia aceita o uso do LED

Car-LED-Lights-Are-Produced-in-a-Variety-of-Shapes-and-Sizes-A-Simple-Circuit-can-be-Constructed-from-a-BatteryEntrou em vigor a lei da obrigatoriedade do uso de farol baixo no carro durante o dia, porém foi feita uma emenda na lei e agora é aceito o uso de LED também. Portanto, agora o Denatran determinou que luzes diurnas, sejam convencionais ou de LED, sejam consideradas como farol baixo pelos agentes de trânsito.

Na iluminação conhecida como DRL (daylight running lamps), o farol de circulação diurna, usa-se o LED na maioria dos casos, sendo que muitos carros atuais, nacionais ou importados, já ligam automaticamente seus LEDs durante o dia para melhorar a visibilidade do carro. E uma vantagem do LED é que ele é mais econômico do que o farol convencional. Além disso, especialistas afirmam que, na verdade, de acordo com as características geográficas do Brasil, é quase impossível ver se o motorista está usando o farol comum, especialmente durante um dia com sol bem forte – diferente do LED, que funciona bem nesses casos.

Mas é preciso ficar atento, pois apenas são aceitos dentro desse adendo os veículos que possuírem LED oficial de fábrica ou com certificação do Inmetro (para tanto, procure o serviço de uma empresa autorizada pelo Detran de onde você mora) quando o LED foi instalado por terceiros.

E cuidado: agora, não usar farol baixo ou LED em rodovias ou túneis é uma infração média: perde-se quatro pontos na CNH e a multa é no valor de R$85,13 – o que até novembro deste ano será reajustado para R$130,16.

Dicas para cuidar da suspensão do carro

800px-Ford_model_t_suspension.triddleO sistema de suspensão de um carro é importante para estabilizar o veículo, absorvendo as irregularidades do solo, além de proporcionar conforto aos passageiros. Assim, é importante mantê-lo sempre em bom funcionamento. Seguem alguns cuidados importantes e sugestões do que fazer quando precisar trocar peças.

  • Atenção no modo como utiliza o carro

Certos cuidados na hora de utilizar o veículo podem aumentar vida útil dos amortecedores, como: evitar passar em lombadas e quebra-molas na diagonal, pois ao contrário do que muitos acreditam, o correto é entrar neles de frente e distribuir o peso do veículo entre as rodas; evitar rebaixar o carro, não faça modificações prejudiciais; prestar atenção quando for transportar peso excessivo: a bagagem pode comprometer a estabilidade do carro se colocada aleatoriamente, portanto quando for carregar o compartimento de bagagem o correto é colocar os objetos mais pesados o mais próximo possível do centro do carro, fixando-os bem, e sem acumular peso em apenas um dos lados do bagageiro, para manter o equilíbrio; ter cuidado com os buracos, evitando choques diretos e dirigindo em baixa velocidade em trajetos esburacados.

  • Fique atento aos sinais de desgaste

Preste atenção nos ruídos do carro, que podem indicar problemas nos amortecedores. Vibrações no volante, balanço excessivo nas freadas e nas arrancadas, perda de controle nas curvas e oscilações na carroceria mesmo quando andando em linha reta, podem ser sinais se desgaste. Nesses casos, leve o veículo o quanto antes para uma oficina.

  • Leve o carro para a manutenção periodicamente

Para se prevenir é melhor fazer a manutenção periódica do veículo. Nas oficinas, além de avaliações e testes específicos do sistema de suspensão é possível fazer o acompanhamento e realizar a troca no momento certo. Aproveite as visitas regulares para manter em dia o alinhamento e o balanceamento das rodas, assim como para verificar as condições de itens como pivôs, bandejas e buchas, para ajudar a reduzir o desgaste dos amortecedores.

  • Atenção para a hora de trocar molas e amortecedores

Molas e amortecedores devem ser inspecionados, idealmente, a cada 20 mil quilômetros rodados e a maioria dos fabricantes recomenda a troca deles a cada 40 mil quilômetros. No entanto, em alguns casos é possível rodar mais, então se as peças ainda estiverem em boas condições faça uma nova revisão a cada 10 mil quilômetros até precisar trocar. Confira no manual do seu veículo as orientações do fabricante. Aliás, apesar de ser comum o motorista trocar os amortecedores e não substituir as molas, o procedimento ideal é trocar os dois juntos. Não se pode esquecer que as molas trabalham em conjunto com os amortecedores e, desse modo, se um deles estiver com desgaste acentuado, o funcionamento do outro equipamento ficará comprometido.

  • Evite usar recondicionados

Peças recondicionadas têm vida útil menor e não oferecem a mesma eficiência das novas, portanto economizar pode não ser a melhor opção na hora de trocar os amortecedores. Prefira usar itens originais, específicos para a versão e o modelo do seu carro.

Como transportar seus animais de estimação com segurança no carro

 

animals-1-1410120Seja com os mais comuns, como cães e gatos, ou outros, pessoas que têm animais de estimação podem querer, ou mesmo ter de, eventualmente levar seus bichinhos consigo em suas viagens de carro. Porém, isso não pode ser feio de qualquer jeito. É preciso seguir as orientações para o transporte adequado deles, pois um animal solto no carro é perigoso tanto para o motorista, que pode se distrair com seu bichinho no carro e causar um acidente, como para o animal, que não terá proteção alguma caso um acidente aconteça.

Segundo um estudo da Sociedade União Infantil Protetora dos Animais, em uma situação hipotética, se um carro a 50 km/h colide em outro veículo com um cachorro de 10 kg no banco traseiro sendo transportado sem os cuidados necessários, o animal é projetado para frente com um impacto equivalente a 4 toneladas.

“O correto é transportar animais sempre com cinto, no banco de trás ou em caixas de transportes exclusivas para este tipo de situação, caso contrário a visibilidade do motorista fica comprometida, o que pode causar freadas bruscas e até mesmo um acidente”, orienta Noedy Bertazzi, da coordenadoria de educação para o trânsito do Detran.

E se a questão da segurança não for o bastante, há também penalidades pelo transporte indevido de animais: de acordo com o artigo 235 do Código de Trânsito Brasileiro, conduzir pessoas, animais ou carga nas partes externas do veículo, salvo nos casos devidamente autorizados, caracteriza uma infração grave e 5 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Já o artigo 252, que diz respeito a dirigir o veículo transportando pessoas, animais ou volume à sua esquerda ou entre os braços e pernas, é uma infração média com 4 pontos na CNH.
Dicas de transporte

Para cães, o ideal é serem levados em uma caixa de transporte em viagens longas, e ser usado o cinto peitoral para passeios rápidos, que fica preso ao cinto de segurança do carro, e não machuca o animal. No caso dos gatos, que se assustam com mais facilidade, é mais indicado transportá-los apenas em caixas. Peixes devem ser deslocados em sacos plásticos e passarinhos deixados em gaiolas. Você pode verificar também sobre as melhores de opções de transporte possíveis com um veterinário.

Lei obriga ligar os faróis em estradas mesmo de dia

tumblr_n2o5afeXLJ1qfirfao1_1280Motoristas serão obrigados a usar farol baixo ao trafegarem de dia em rodovias e túneis sem iluminação no Brasil. Até então, o CTB (Código de Trânsito Brasileiro) apenas recomendava que as luzes baixas do carro fossem acesas na estrada, independentemente da condição de luminosidade.

A medida foi sancionada pelo presidente interino, Michel Temer (PMDB), e publicada no “Diário Oficial” da União na edição desta terça-feira, dia 24. O descumprimento da norma será considerado infração média, com perda de quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação e multa de R$ 85,13.

Durante a defesa na Câmara, o autor do projeto, o deputado Rubens Bueno (PPS-PR), afirmou que a baixa visibilidade era uma das principais causas de acidentes de trânsito nas rodovias. Segundo Bueno, “os condutores envolvidos continuam relatando que não visualizaram o outro veículo a tempo para tentar uma manobra e evitar a colisão”.

Multas mais caras em novembro
Antes de ser afastada, Dilma Rousseff sancionou, em abril, medidas que endurecem as punições para infrações de trânsito. Os valores das infrações vão aumentar em até 66% no mês de novembro. Leia tudo sobre a mudança clicando aqui.

– Fonte: http://noticias.reclameaqui.com.br/noticias/motoristas-devem-ligar-farol-baixo-em-rodovias-durante-o-dia_2261/#sthash.pzrA9UE1.dpuf

Os equipamentos essenciais para se ter no carro

Caixa-de-ferramentas-imagem-3Veja quais acessórios vale a pena ter dentro do carro. Eles podem salvar sua vida numa emergência!

Antigamente, era comum rodar com cabo de acelerador e correia dentada reservas no carro. Hoje, muitos acreditam que a única coisa necessária é o celular carregado e o telefone da seguradora. Mas pode ser que você não tenha seguro ou que não possa esperar pelo guincho. A seguir, elaboramos uma lista de itens que podem ajudá-lo a sair de grandes roubadas – alguns é sempre bom ter à mão, outros só em viagens.

 

Selante ou veda-pneus

Quando o pneu esvazia, é preciso descobrir por que aconteceu. Se é amassado na roda ou rasgo na borracha, só o estepe resolve. Mas, se for um furo, o veda-pneus pode resolver a situação. E de forma rápida. Nas situações em que não dá para colocar o estepe, como alguém que não tenha força, o selante é uma ótima solução. Ele também ajuda quem não quer correr o risco de trocar o pneu à noite num lugar perigoso ou está com uma roupa bacana para uma festa ou reunião de negócios e não pode se sujar. Basta rosquear a mangueirinha do produto na válvula de calibragem e encher o pneu.

Ferramentas

Há diversos jogos de ferramentas à venda por aí. Mas não adianta comprar o mais completo, especialmente quando se fala em carros modernos, tão confiáveis (ou complexos) que, se você seguir o plano de manutenção, dificilmente terá problema – e se tiver, provavelmente não saberá resolvê-lo. Mesmo assim, sempre há o risco de surgir um cabo de bateria desencaixado ou uma mangueira mal-apertada. Também não adianta ficar com as mais baratas: tem muita ferramenta importada da China que quebra facilmente. O ideal é ter uma caixa pequena, com chaves de boca e de fenda, mas também com um alicate, que sempre pode ajudar. Dê preferência às marcas reconhecidas.
Cabos de chupeta
Você pode esquecer os faróis acesos ou estar com a bateria no fim da vida. Há vários motivos para seu carro não ligar, mas dá para resolver alguns com cabos de chupeta e uma alma caridosa que pare seu carro e empreste sua bateria boa para a partida.
Silvertape
Se alguma parte do carro se desprender (retrovisor, para-choque), por acidente ou quebra, uma camada de uma boa silvertape – aquela fita adesiva prateada super-reforçada – pode ajudar. Só não é recomendável alguém tentar consertar mangueiras com ela. Se uma delas arrebentou, ou é porque está ressecada, sinal de automóvel sem manutenção, ou por excesso de pressão. No entanto, o silvertape pode servir para vedar a mangueira avariada numa emergência, quando estiver numa área perigosa ou sem socorro. Mas ela deverá ser trocada assim que chegar a um local mais seguro.

Fusíveis e lâmpadas

Alguns equipamentos elétricos de um automóvel, como as travas, podem deixar de funcionar sem motivo aparente. Se isso acontecer, vale dar uma olhada na caixa de fusíveis e, por isso, é bom sempre carregar alguns sobressalentes. Mas só se você souber de que tipo eles são e respeitar a amperagem. Se há um fusível queimado, pode ser sinal de sobrecarga. Tem quem troque fusíveis de 5 ampères por outros de 10. Se o problema for sério, você pode queimar os elementos que o fusível protege e até danificar o chicote. Andar com um kit de lâmpadas extras (farol, lanternas e piscas), além de ajudar na segurança, evita multas.

Cabo de reboque

Ele não serve apenas para o caso de você não estar sozinho e precisar de uma forcinha, mas também para amarrar coisas soltas no porta-malas, por exemplo. Em vez de barras de reboque, hoje há cabos feitos de kevlar, flexíveis e super-resistentes.

Lanterna

Carro que para não escolhe hora para dar defeito. Se a Lei de Murphy for levada a sério, pode acontecer de madrugada, em um lugar deserto. É fundamental pelo menos ver o que está acontecendo, de preferência com uma lanterna mais potente e durável que a luz que acompanha o celular. Ela pode ajudar inclusive de dia, para olhar as partes mais escondidas do veículo ou dentro de uma garagem. Hoje são vendidos modelos de led, que gastam menos energia e iluminam mais, porém são caros. Há aquelas que podem ser ligadas na saída de 12 V, mas não vão ajudar se o defeito for na bateria.

Chave reserva

Foi-se o tempo em que bastava girar o miolo da ignição para dar a partida. A maior parte das chaves modernas conta com o sistema de imobilização eletrônico. Sem o chip que há dentro da chave original, o motor não liga, mesmo que tenha segredo igual. Em viagens, vale a pena carregar também a chave reserva, mas deve ser guardada em algum lugar que fique difícil perder, como dentro da bagagem. Há pessoas que escondem a chave reserva dentro da lanterna do veículo, para retirá-la por fora do carro quando a original é perdida ou trancada dentro do veículo. Mas isso não é muito seguro. Uma chave nova dessas custa caro. Há até histórias de quem prende a chave com silvertape em áreas escondidas, como interior do para-choque ou do para-lama, para não ficar na mão em caso de perda numa longa viagem.

Fonte: Quatro Rodas