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Month: maio 2015

Dicas para comprar um veículo seminovo

mini-793057_1280Comprar um seminovo requer alguns cuidados a mais do que comprar um veículo zero-km. Selecionamos 10 dicas importantes para que o investimento do décimo terceiro não se torne um problema.

Procedência

Mesmo que o veículo seja adquirido em uma loja de seminovos, é importante se certificar de que as informações do documento condizem com a realidade. Deve-se conferir os dados do antigo proprietário e a placa do veículo, consultando pela identificação do carro nos sites do Detran, Denatran e também da Prefeitura. A cor do veículo, o tipo de motorização, tamanho do propulsor e número do bloco do motor também devem ser aferidos e qualquer divergência deve ser checada. Pergunte ao vendedor, caso encontre algum dado divergente, mas também faça suas próprias consultas, para evitar golpes. Carros não quitados junto a bancos e financiadoras têm no documento a inscrição “com alienação fiduciária”.

Documentação

Além da checagem dos dados, também é importante consultar se há débitos não quitados para o veículo, como licenciamento, IPVA, DPVAT (seguro obrigatório) e, principalmente, multas. As consultas podem ser feitas nos mesmos sites: Detran, Ciretran e Prefeitura, e também no site da Secretária da Fazenda, que registra as inadimplências dos contribuintes, inclusive referentes à propriedade de veículos.

O próprio site do Detran-SP informa, no rodapé da pesquisa feita pela placa do veículo e pelo número de Renavam, que o resultado pode não ser 100% confiável, pois tem caráter apenas informativo. Sendo assim, não pode ser utilizada como certidão de prontuário. Isso porque alguns débitos, principalmente referentes a multas, podem aparecer posteriormente, por atrasos nos registros no prontuário do veículo. Há, entretanto, a possibilidade de pedir ao lojista ou vendedor do carro um laudo de vistoria, que ateste a inexistência de débitos ou qualquer outra pendência para o carro. “Temos empresas que fazem essa vistoria e os lojistas, quase em sua maioria, usam esses laudos, como uma garantia”, comenta Jefferson Camacho, da A Fonte Veículos, na zona leste de São Paulo.

Como comprador, também é possível solicitar os serviços de uma empresa que realiza laudos. Há várias delas no mercado, que enviam um funcionário para fazer a avaliação na loja ou local onde o carro vendido estiver. O serviço pode custar de R$ 80 a R$ 150. Esse laudo, atualmente, é exigido por lei para a transferência de propriedade do veículo em casos em que o carro ainda não está na base de dados do departamento de trânsito. Veículos com fabricação de 2010 até o momento podem ser transferidos sem essa exigência.

Preço justo

A tabela do Jornal do Carro é publicada às quartas-feiras e serve de referência para a negociação de carros com até 14 anos de uso. Veículos com preço muito baixo podem ser uma cilada. Para se livrar de carros com problemas mecânicos sérios ou mesmo com pendências legais, como clonagem de placa, alguns negociantes os oferecem por preços muito abaixo da tabela, em uma tentativa de atrair compradores mais ávidos e afoitos para negociar.

Quilometragem

Uma das desvantagens em se comprar um seminovo é a falta de garantia. Problemas e defeitos que venham a surgir podem ter o conserto bastante custoso para o novo proprietário. Verificar se a quilometragem rodada está muito alta ajuda a ter uma ideia sobre o desgaste a que foi submetido o conjunto. É importante também acompanhar no manual do veículo se todas as revisões obrigatórias foram realizadas.

Adulterações

Há na praça um golpe que implica na adulteração da quilometragem “voltando” o número de quilômetros rodados para evitar depreciação por uso excessivo. No entanto, é possível observar se componentes como as sapatas dos pedais de comando, manopla de câmbio e até o volante apresentam desgaste. “É recomendável que se fique atento ao desgaste dos pneus também. Hoje em dia, é mais difícil essa adulteração do número, mas é importante se certificar de que não há nada errado. Números desalinhados, no caso de hodômetros analógicos, indicam possível alteração nesse dado.

Mecânica e conservação

Alguns veículos podem apresentar problemas sérios de motor e câmbio, que são componentes caros. Para evitar problemas futuros, avalie o carro e peça para dirigir o veículo. Consulte um mecânico de confiança a respeito do modelo e, se possível, submeta o carro a uma avaliação. Se for o caso, mesmo que seja depois de efetuada a compra, submeta o carro a inspeção. Mesmo que o negócio esteja fechado, com um laudo de comprovação do problema é possível desfazer a negociação, mas dá trabalho.

Seguro

Alguns modelos têm preço de seguro mais elevado, por conta do ranking feito pelas companhias seguradoras, que considera o número de casos, localidades das ocorrências, perfil do cliente e outros dados. Esses fatores influenciam no valor do seguro e, em alguns casos, pode se tornar inviável, quando o valor pago pela apólice supera a faixa de 30% do preço do seminovo. É importante verificar e cotar em mais de uma companhia o seguro para o modelo pretendido para evitar transtornos. Mesmo sendo um seminovo, o seguro é recomendável para resguardar o proprietário não só de furtos e roubos, mas também em casos de acidentes, falhas mecânicas ou colisões por terceiros não-segurados.

Investimento

Segundo o lojista Jefferson Camacho, atualmente, o automóvel não pode ser considerado investimento. Já foi o tempo em que era possível comprar um veículo para ganhar com a revenda – se você não é um lojista ou não pegou o veículo por um preço muito abaixo da tabela. “Muitos esquecem de colocar na conta final o dinheiro gasto com manutenção, documentação, seguro do bem e a depreciação que ele pode sofrer até a revenda. Comprar o carro para investir pode virar prejuízo”, alerta.

Depreciação

Uma vantagem do seminovo em relação ao zero quilômetro é a depreciação menor. Mas ela acontece principalmente considerando o aumento do desgaste de componentes e peças com o uso que você fará. O índice de depreciação varia de acordo com o modelo e a tabela do Jornal do Carro também pode ser uma referência para esse cálculo. De qualquer maneira, o maior impacto, de cerca de 30%, é sofrido pelo proprietário que comprou o carro zero. Ele teve benefícios como garantia de fábrica e revisões gratuitas – e essa depreciação já era sabida.

Transferência

A transferência de propriedade do veículo deve ser feita até 30 dias após a efetivação da compra, sob pena de multa. Entretanto, quanto antes o bem estiver em seu nome, mais seguro o comprador estará. O certificado de compra e venda deve ter assinatura com firma reconhecida autenticada em cartório para que o Detran emita o novo documento, com seu nome. A assinatura do vendedor deve ser colhida pessoalmente no cartório. Geralmente é o vendedor que arca com esse custo. De posse do documento com a assinatura e autenticado no cartório, o comprador pode procurar um despachante que cobrará pelo serviço ou utilizar serviços como Poupatempo. Se o carro for mudar de município, é necessário também uma vistoria no próprio Detran, para troca da placa.

Fonte: Estadão

Dez Dicas para cuidar da pintura de seu veículo

porsche-391010_1280Tem dúvidas de como cuidar da pintura do seu carro? Com ajuda de Seiiti Ogata, proprietário da O2autolab, oficina especializada em funilaria e pintura, respondemos as principais perguntas sobre o assunto. Confira!

Algumas pessoas usam limão, esfregado diretamente, para remover manchas do calcário de goteiras de prédios. Pode?
Pode desde que a cal ou o cimento que caiu sobre o veículo não tenha danificado o verniz. Se isso ocorreu, é preciso fazer uma repintura. O limão tem uma ação excelente para essa remoção, pois é ácido. É preciso limpar a área depois de passar o limão, pois, devido à sua acidez, ele pode corroer a pintura.
As capas automotivas protegem mesmo a pintura?
Sim. Por outro lado, a ação de colocar e tirar a capa risca o carro. Sendo assim, só vale a pena usá-la em um modelo que vai ficar muito tempo parado.
Como remover adesivos com papel da lataria?
Use um soprador térmico para aquecer e o adesivo o remova usando uma espátula plástica. Depois, é necessário fazer um polimento para tirar a marca que o adesivo deixou.
Com que frequência se pode ou se deve encerar o carro?
Depende da cera que é utilizada. As ceras comerciais têm uma durabilidade média de um mês. Então, pode encerar a cada mês. Já os produtos profissionais resistem de seis meses a um ano.

Como eliminar grude de piche na carroceria?
Para evitar danos à pintura é indicado o uso de um solvente leve ou à base de água. O ideal é ir a uma oficina, mas é possível fazer em casa uma solução com 50% de querosene e 50% de água. É importante ressaltar que se o carro tiver alguma proteção como uma cristalização ou cera, o solvente vai remover esse produto. Por isso, é necessário reaplicá-lo.
Como remover respingos de tinta que caíram sobre a lataria?
O ideal é tentar remover enquanto a tinta não está seca, mas, se isso já ocorreu, é possível remover com uma solução com 50% de querosene e 50% de água. Em casos críticos, é melhor levar para uma oficina especializada.
Como evitar que a pintura fique fosca e que o verniz comece a descascar com o tempo?
Quando a pintura é original, dificilmente isso acontece. Isso só ocorre por conta de verniz de baixa qualidade. No dia a dia o carro vai riscando e acaba perdendo um pouco do brilho. Por isso, de vez em quando é bom fazer um bom polimento para eliminar os riscos.

O que ocasiona menos desvalorização na hora da revenda: riscos na lataria ou ter partes do carro pintadas?
Depende do comprador. Caso seja um lojista, se o carro foi bem repintado, provavelmente vai ter menor desvalorização do que o riscado. Se for para um particular, talvez a situação se inverta. O que é certo é que uma pintura malfeita deprecia muito.
Como tirar dejetos de pássaros e seiva de plantas?
Para os dejetos, use o limão. Já a seiva, com uma lavagem. Se já tiver afetado o verniz é preciso fazer uma repintura.
É verdade que a cor vermelha “queima” com o passar do tempo, por conta da intensa exposição ao sol, neblina e sereno?
Na verdade todas as cores estão sujeitas a essa ação dos raios UVA e UVB. Mas hoje em dia os veículos já têm uma proteção maior e não sofrem tanto com isso.